Sem categoria

Sem categoria, vida

Então é Natal, o que você fez?


Nenhum Comentário
NIXj.gif
Papai Noel? Já?

Escrever de madrugada? Pois então, passam tantas coisas na sua cabeça. Pode ser um texto de fim de ano que inspire ou que leve alguém ao suicídio. Intenções à parte, nenhuma dessas quero carregar no caixão.

O ano acabou e normalmente paro para escrever quando tenho os resultados da minha aprovação semestral. Dessa vez eu não fiz isso, inclusive não fiz muita coisa. Nem montei minha árvore de Natal.

Mas de fato passei, me formei, terminei a graduação! EITAAA! E sim, estou feliz demais por isso. Porém, estou odiando meu emprego e 70% das pessoas que estão lá, ou seja, parece que a felicidade nunca está completa.

Talvez eu exija que tudo seja perfeito. Eu quero um emprego legal, estar graduada, com uma casa e um marido bonito e bondoso. É muita coisa, eu sei, e ainda por cima o cara tem que gostar de gatos (daí é exigir demais).

Aconteceram coisas bem bacanas também, como por exemplo, minha gata de 11 anos ter um filhote. Ele faleceu três dias depois e tive um surto. Chorei, gritei e fiquei abraçada no cadáver durante uns 30 minutos (eu não poderia acabar o ano sem dar minhas crises). Mas de fato, foi muito triste ver um sonho, um gato no qual tinha planos, morrer sem motivo aparente. Ele parecia bem fraco, até porque minha gata sem noção e IDOSA resolveu parir uma criança estando sem condições alguma.

E sobre minha vida amorosa, bom, esta encontra-se num estado comumente conhecido como “modo avião”, onde você caga literalmente para qualquer cara que exista, ou seja, nenhum é bom o suficiente e nos aplicativos de relacionamento só existem tarados-babacas e carentes-babacas.

Semana passada meu pai veio com um papo de “sonhei com aquele traste”, ou seja, meu ex-namorado. Naquele momento percebi que a mágoa do meu pai é maior que a minha, afinal aquela criança fez um favor em terminar comigo. Depois daquele término, eu vivi tanta coisa, conheci um lado tão legal de mim que não gostaria de ter sido sufocado por mais um tempo estando na presença dele. Só quero terminar o ano jogando isso tudo para o passado e pensando que existem muitas coisas a serem vividas, seja com boys ou sem boys.

Estou muito feliz em conseguir parar para ler “Admirável Mundo Novo”, as trinta primeiras páginas que li ontem me animaram bastante. Estou ficando muito intrigada com a forma com que o ser humano é tratado nessa obra (coisificação das pessoas), mas enfim, acredito que tenha algo muito maior por trás que só lendo é que descobrirei (o resultado conto em postagens posteriores).

Para encerrar, quero desejar a todos boas festas, se divirtam, vivam essas datas da forma com que faça você feliz e que seu coração não leve nenhum arrependimento. Sem atitudes impensadas e claro, faça coisas que só te acrescentem como pessoa. Esses ritos de passagem tem como objetivo fazer com que possamos refletir o que pode ser melhorado e o que pode fazer diferente no ano seguinte.

Agradeço a vocês que migraram comigo do Blogspot para o WordPress e espero que em 2019 venham mais pessoas embarcarem nessa vida nada conturbada, mas que sempre tem uma história para contar.

 

 

Sem categoria

Minhas impressões a respeito de “A Fila Anda!” de Lisa Steadman


Nenhum Comentário

Boa tarde caros leitores! Como acabei de formar, novamente embarquei em minhas aventuras literárias colocando como objetivo terminar as obdownload (1)ras inacabadas e iniciar novas. O término de leitura desta vez foi “A Fila Anda!” de Lisa Steadman.

Neste texto, irei contar a vocês como encontrei esta obra, o que achei da mesma e se recomendo ou não.

Como cheguei até ela? Feira do livro de Porto Alegre, primeira banca e promoção. Todas essas características me levaram a compra desta obra. Era a primeira banca que estava passando, o valor estava bem acessível e um vago pensamento surgiu: “Eu estou lidando bem com esse término, mas posso lidar de forma mais esplendorosa ainda”.

Do que se trata a obra? Lisa Steadman é uma espécie de coaching de relacionamentos, ou seja, ela dá palestras, faz vídeos e aconselha pessoas nesse lance sentimental. No livro ela dá dicas para que você entenda o que deu de errado no seu relacionamento anterior, que aprenda a escolher pessoas certas no futuro e que curta a fase solteira da sua vida. Ao longo dos capítulos ela tenta oferecer ao leitor uma espécie de “tratamento”, onde você vai revisando certos pontos e atitudes que teve e que deve mudar daqui para frente.

O que eu achei da obra? Há uns meses eu pensaria que ler livros desse tipo seria uma espécie de “fundo do poço existencial”, porém estou numa fase de que não dou a mínima para rótulos e faço o que realmente tenho vontade, então a leitura se tornou útil em certos pontos.

Não sei se alguns termos da tradução foram o que tornou, no meu ponto de vista, a leitura boba. Alguns exemplos são os termos “Uhuu”, “Sr. Certo”, “Sr. Próximo” e “Sr. Errado”, aquela repetição foi se tornando cansativa. Outra questão que me incomodou muito por sinal, foi o fato dela propor que as mulheres mudem sua atitude – propondo um modelo singular de mulher – indicando que se não agirem dessa maneira não conseguirão conhecer nenhum rapaz. Em apenas um momento do texto ela se refere que você deve ser autêntica, mas nos demais capítulos ela força uma atitude nas quais não se reflete na maioria das mulheres.

O ponto positivo do texto foi um capítulo onde ela identifica os tipos de namoradas existentes, como por exemplo: “a heroína”, “a princesa”, “a criança amarga”, “a cuidadora” e por fim “a dama em perigo”. De fato, me identifiquei com o perfil de cuidadora, afinal de contas, só me relacionei com pessoas que viviam enterradas em seus problemas e achavam que eu seria capaz de salvá-las.

Se eu recomendo a obra? Se você está disposto a ampliar seus horizontes sobre o assunto e não levar tudo o que é dito a sério, recomendo. Mas se você é do tipo de pessoa que se influencia demais com qualquer obra que lê não o recomendo.

REFERÊNCIAS:

STEADMAN, Lisa. A fila anda! Mulheres poderosas não choram: como descobrir o que deu errado no seu relacionamento e o que fazer para encontrar a sua felicidade / Lisa Steadman ; tradução Bete

Sem categoria, vida

Esta fórmula não funciona


Nenhum Comentário

R && (A || P || M || G) == false

Entendedores entenderão.

Na maioria das situações adversas que ocorrem em nossas vidas, encontramos meios que nos levam ao crescimento e nos tornam pessoas melhores. Por mais que o caminho até chegar a conclusão de que isso o enriqueceu como pessoa seja doloroso e em algumas ocasiões longo, SEMPRE haverá formas de encarar isso como uma lição de vida.

Nesta semana não foi diferente. Por isso resolvi de fato esquecer de tudo isso (ENTERRAR). Mas “específicamente o quê? “, você deve estar se perguntando.

Resolvi parar de vez com essa tentativa desenfreada de entrar em uma relação amorosa. Os motivos nos quais tomei esta decisão foram diversos, nos quais eu poderia citar detalhadamente. Mas como é muito tarde e senti uma enorme vontade de postar esse texto, vou tentar ser o mais sucinta possível. Lá vai os motivos:

  • Os caras de aplicativos só pensam em sexo – me apresente um que seja diferente que lhe pago um almoço. Mas a maioria dos rapazes sai com você e tenta antecipar ao máximo esse momento. Depois que acontece, ele sente-se na liberdade de procurar outras pessoas. Não que isso tenha ocorrido comigo, mas pelas conversas você percebe a real intenção da pessoa.
  • Caras desempregados – eu entendo que o país está em uma situação difícil e que isso atrapalha muito na procura por emprego. Mas é extremamente complicado manter uma relação com alguém que não vive a mesma realidade que a sua, ou seja, correr o dia todo no trabalho e à noite ter que ir para a faculdade. A falta de tempo de um em contrapartida com a desocupação do outro leva para discussões básicas e fatais para uma relação, como: “você não tem tempo para mim”, “só eu que te procuro”, “estou me doando e você não”.
  • Caras com filho e “#inTreta” com a ex – vivem falando mal da mãe dos seus filhos, dizem que elas são vadias, mal-caráter e todos os outros xingamentos possíveis. Ficam mandando fotos do bebê e lhe questionando se gostaria de ser mãe um dia, deixando bem claro que o que ele procura é alguém para ser mãe do filho dele. Quando uma pessoa como eu não está nessa vibe de ter filho tudo isso se torna muito maçante.
  • Fumantes que se acham por serem mais velhos – Simplesmente porque a pessoa tem 7 anos a mais que você se acha um grande sábio-filósofo-entendedor-das-mazelas-do-mundo e você é uma pequena larva saindo do casulo. Ou seja, já temos aí um principio de relacionamento abusivo onde você nunca terá razão por ser considerada “imatura”. E o mais importante, odeio o cheiro de cigarro impregnado na sua roupa, babaca!
  • Caras que não respeitam seus gostos musicais – Desconsideram o fato de você ter um gosto diferenciado para música (não quero dizer que o meu seja melhor), só penso que quando você está com alguém não custa nada acompanhar a pessoa em um show ou concerto, mesmo não gostando. Essa troca deve ser recíproca.
  • Não gostar de gatos – A pessoa acha que está agradando quando fala que encurralou o gato da vizinha para que seus cachorros estraçalhacem. Isso só prova o quão monstruoso você é o quão indigno será de ter minha presença em sua vida.
  • Não entender seu estilo de vida nerd – Quando eu digo: “vou estudar o final de semana inteiro” não é uma escolha minha. As circunstâncias de um TCC assombroso e uma cadeira optativa fizeram meu destino fosse esse. Se você acha que animo com isso? É óbvio que não. Mas confesso que não vou em festas frequentemente e que no momento não me faz falta alguma. Eu não vou forçar uma personalidade a qual não tenho para tentar agradar alguém. Goste de mim assim, senão, Dudu Camargo me espera no futuro (ele tem personalidade velha como eu).
  • Não querer uma relação séria – Vocês devem estar pensando que sou uma menina que no primeiro encontro já espera sair com um casamento de baixo do braço. É óbvio que você precisa conhecer a pessoa com calma para tomar uma decisão mais séria como namorar e bem depois, BEM DEPOIS mesmo, se casar. Mas esse troca-troca de conhecer uma pessoa, não dar certo, tentar de novo e de novo, eu não aguento mais. Uma das razões é que você percebe que são pessoas que não estão dispostas a ter algo sério, pois não é do perfil delas querer lidar com esse tipo de relação no momento e o segundo motivo é que simplesmente cansei de começar do zero, de ter que encontrar o rapaz, fazer aquelas perguntas triviais como: “qual teu hobbie?”, “o que gosta de fazer?”, “sou desenvolvedora Java”, “eu crio sistemas”, ter que se apresentar, dizer o que gosta e o que não gosta, como se fosse um enigma simples que com poucas palavras pode ser decifrado . É cansativo e a cada encontro que passa você percebe que a pessoa em nada lhe acrescentou, restando apenas o desejo de que aquele momento acabe para que você tenha a oportunidade de refletir o quão podre é o seu dedo no aspecto “escolher rapazes”.

Talvez você pense que sou uma pessoa muito exigente e metida. Mas humildemente só queria conhecer alguém legal, que eu realmente me apaixonasse e que eu me aquietasse. Sem precisar se apresentar, conhecer, stalkear Facebook e afins. Só queria parar. Mas como é difícil achar pessoas que sejam legais e ao mesmo tempo te despertem o interesse de ter algo sério com elas no futuro.

Trazendo um contraponto ao parágrafo anterior, penso que esse momento de quebrar a cara, se decepcionar, te torna uma pessoa mais forte. Inclusive faz com que sua ascensão intelectual ocorra de forma mais rápida. Percebo o quão esforçada estou quando não falo com nenhum rapaz em processo de “paquera”. A solidão te eleva tanto em caráter como em conhecimento e isso será seu diferencial para que no futuro encontre pessoas melhores. Não acredito em príncipe encantando e em dicas de livros sobre fim de relacionamento … (mas isso será assunto dos próximos capítulos).

Sem categoria, vida

A vida como ela é


Nenhum Comentário

Percebo que não vale a pena culpar pessoas ou a Deus pelos percalços que ocorrem no meio do trajeto chamado vida.

Não é justo passar a maior parte do tempo me lastimando sobre coisas ou pessoas que foram embora da minha vida, pois provavelmente elas não deveriam fazer parte do meu futuro.

O importante é focar em coisas que realmente são importantes. E isso não é uma frase clichê ou algo do gênero, realmente isso precisa ecoar dentro da minha alma, fazendo com que eu respire e acredite nela.

 

 

Sem categoria

Eu prometo!


Nenhum Comentário

Olá meus caros leitores.

Não, esta publicação não tem nada a ver com política. Muito menos sobre as últimas notícias a respeito de atentados contra candidatos ou algo do tipo.

Eu estou falando da minha vida. Da forma como procurei acabar de uma vez por todas com essas manias e atitudes que só me destroem.

Vamos por partes: minha mãe me disse uma vez que, ao escrevermos algo que queremos em um papel, aquilo acaba tendo uma força maior fazendo com que de fato, aquilo ocorra (seja lá o que você pediu). Resumindo, no momento que você escreve algo no papel há 85% de chance daquilo dar certo.

Talvez muitos não saibam, mas eu estou no momento mais fundo do poço possível em minha vida (pensa em um fundo do poço fundo). E por mais que eu tenha tentado ignorar isso durante todo este lindo e ensolarado feriado, praticando esportes e assistindo a quarta temporada de “How to get away with murder”, chega um momento que em que você cai na real e percebe que está mais que na hora de fazer essa tentativa, de escrever tudo que você quer que ocorra num papel e seja como Deus quiser.

Um dos estopins da noite de hoje foi o carinha que estou saindo. Ele veio com uma grosseria via WhatsApp, me deixando com a única e possível resposta: “calma mano”. Porque depois de uma grosseria dessas só lhe resta friendzone e uma promessa escrita em papel que nunca mais o procurarei.

Sim, estou farta de ir toda a semana na casa espiritual e os médiuns me dizerem que o este é o homem certo para a minha vida. Como um grosseiro-crápula-estúpido vai ser a pessoa certa para mim, sendo que sou um ser que preza o respeito e amabilidade para com o próximo? Como eu serei obrigada a aturar este tipo de coisa sendo que detesto essa forma de tratamento, principalmente através das palavras que um tipo de comunicação na qual valorizo tanto?

Não há condições de achar isso normal e de querer aturar essa situação. Confesso que essa grosseria vinda do rapaz só fortaleceu a certeza de que não estou mais interessada nele.

Por hoje era isso!

 

 

 

Sem categoria

Parabéns pela minha droga de vida


Nenhum Comentário

Olá meus caros leitores

É impressionante como em uma semana você pensa estar no auge do seu alto-astral , mas na semana seguinte você percebe que tudo foi uma ilusão e sua vida é uma bosta mesmo.

Não queria estar falando sobre isso, mas eu acabei me envolvendo com um cara e indo longe demais com ele (longe demais levando em conta que sempre fui uma pessoa muito recatada).

Mas até agora não consigo saber se o cara é um canalha ou não. Ele me tratou bem, foi cavalheiro, cozinhou para mim, me pegou no colo, mas o que significa isso em um mundo repleto de pessoas fingidas?

Por mais que façam três semanas que nos conhecemos, ele acabou sendo rude comigo essa semana e agiu de forma estranha o tempo todo. Eu tento me fazer de difícil e não falar com ele, mas acabo não conseguindo e fico agindo como uma tola desesperada.

A pura verdade é que não estou desesperada. Eu não estou gostando de ninguém, só quero uma companhia, como sempre quis. Acho que nunca me preocupei em gostar ou amar, eu apenas quero alguém ao meu lado. Talvez eu use as pessoas, talvez quem seja o grande monstro de toda essa história sou eu.

Eu tentei ir ao psicólogo para conseguir passar por toda essa situação louca na qual me encontro, mas não consegui dar continuidade ao tratamento. Tudo em razão do meu horário de trabalho e estudos que fica muito apertado.

Estou fazendo um esforço para ser alguém na vida mas no fundo no fundo eu estou entrando num abismo em razão de uma negligência com a minha saúde.

A minha vida está uma droga e a todo o momento penso em morrer. Queria ter mais fé para seguir em frente e estou tentando me reconstruir, mas a impressão que tenho é que há uma pedra me puxando e me impedindo de crescer e ser aquela pessoa feliz e alegre que em um vago momento fui.

Quero voltar a ler 45 livros por ano e ser aquela pessoa deveras confiante que se propusera a aprender uma nova palavra por dia.

Espero futuramente escrever um texto mais alegre. E espero que 2018 acabe logo.

Sem categoria

Chegamos! (De Repente Voltei no WordPress)


Nenhum Comentário

Olá meus caros leitores

“A vida muda, os amigos mudam e o importante é seguir em frente”, já dizia Demi Lovato. E se a gente fosse parar para pensar isso é muito verdade.

Justificando essa frase, meus amigos não mudaram, mas a vida, ah … pode acreditar que ela mudou demais. E a forma que eu tive que começar essa nova fase foi entrando de vez pro mundo WordPress – no qual eu havia abandonado há alguns anos.

Vou guardar com muito carinho o acervo presente no De Repente Voltei e vocês podem acessar quando quiserem.

Quero deixar claro que meu estilo de escrita não vai mudar, mas aventuras novas há de vir. Agora, terei mais compromisso em postar de forma contínua (pois estou pagando),

A inspiração por hoje é pouca, mas espero que possamos ter uma longa relação de histórias e momentos tristes relatados nestas simples páginas.

Beijos!