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Minhas impressões a respeito de “A Fila Anda!” de Lisa Steadman


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Boa tarde caros leitores! Como acabei de formar, novamente embarquei em minhas aventuras literárias colocando como objetivo terminar as obdownload (1)ras inacabadas e iniciar novas. O término de leitura desta vez foi “A Fila Anda!” de Lisa Steadman.

Neste texto, irei contar a vocês como encontrei esta obra, o que achei da mesma e se recomendo ou não.

Como cheguei até ela? Feira do livro de Porto Alegre, primeira banca e promoção. Todas essas características me levaram a compra desta obra. Era a primeira banca que estava passando, o valor estava bem acessível e um vago pensamento surgiu: “Eu estou lidando bem com esse término, mas posso lidar de forma mais esplendorosa ainda”.

Do que se trata a obra? Lisa Steadman é uma espécie de coaching de relacionamentos, ou seja, ela dá palestras, faz vídeos e aconselha pessoas nesse lance sentimental. No livro ela dá dicas para que você entenda o que deu de errado no seu relacionamento anterior, que aprenda a escolher pessoas certas no futuro e que curta a fase solteira da sua vida. Ao longo dos capítulos ela tenta oferecer ao leitor uma espécie de “tratamento”, onde você vai revisando certos pontos e atitudes que teve e que deve mudar daqui para frente.

O que eu achei da obra? Há uns meses eu pensaria que ler livros desse tipo seria uma espécie de “fundo do poço existencial”, porém estou numa fase de que não dou a mínima para rótulos e faço o que realmente tenho vontade, então a leitura se tornou útil em certos pontos.

Não sei se alguns termos da tradução foram o que tornou, no meu ponto de vista, a leitura boba. Alguns exemplos são os termos “Uhuu”, “Sr. Certo”, “Sr. Próximo” e “Sr. Errado”, aquela repetição foi se tornando cansativa. Outra questão que me incomodou muito por sinal, foi o fato dela propor que as mulheres mudem sua atitude – propondo um modelo singular de mulher – indicando que se não agirem dessa maneira não conseguirão conhecer nenhum rapaz. Em apenas um momento do texto ela se refere que você deve ser autêntica, mas nos demais capítulos ela força uma atitude nas quais não se reflete na maioria das mulheres.

O ponto positivo do texto foi um capítulo onde ela identifica os tipos de namoradas existentes, como por exemplo: “a heroína”, “a princesa”, “a criança amarga”, “a cuidadora” e por fim “a dama em perigo”. De fato, me identifiquei com o perfil de cuidadora, afinal de contas, só me relacionei com pessoas que viviam enterradas em seus problemas e achavam que eu seria capaz de salvá-las.

Se eu recomendo a obra? Se você está disposto a ampliar seus horizontes sobre o assunto e não levar tudo o que é dito a sério, recomendo. Mas se você é do tipo de pessoa que se influencia demais com qualquer obra que lê não o recomendo.

REFERÊNCIAS:

STEADMAN, Lisa. A fila anda! Mulheres poderosas não choram: como descobrir o que deu errado no seu relacionamento e o que fazer para encontrar a sua felicidade / Lisa Steadman ; tradução Bete