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New work, boys, female empowerment, tragedies and my new dog


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Sem sustos: Está tudo certo!

Olá meus caros leitores,

Sinto muito por ter ficado tanto tempo fora. Minha vida? Ela está bem corrida e nada tão destoante do passado. Aconteceram muitas coisas nesses últimos meses que não me fizeram mudar, mas que provocaram grandes reflexões em minha vida.

São tantos assuntos, tantos acontecimentos, que achei melhor dividir por tópicos tudo que aconteceu. Por isso, vamos lá:

  • New work: Em Janeiro comecei no novo emprego. De início já fui colocada diante de grandes desafios, tais como: arquitetura de sistemas complexos, novas práticas de programação, metodologia nova de desenvolvimento ágil e uma palestra diante de toda a empresa. A experiência foi ótima e está sendo muito enriquecedora, pois percebo que dia-a-dia estou aprendendo algo novo que está acrescentando muito não só em minha carreira profissional mas também em meu autoestima. Pois hoje, sinto que mereço estar ganhando um salário, afinal ralei muito o mês inteiro.
  • Boys: No ano novo passei a virada acompanhada de um rapaz que era vizinho de uma parente minha. Ficamos durante duas semanas e a forma com que nos conhecemos foi um tanto quanto bizarra. Minha parente havia comentado que o vizinho dela estava triste por ter perdido a mãe. Pedi para mostrar a foto dele e disse que havia o achado bonito. Falei brincando sem interesse de conhecê-lo, afinal, não é meu perfil ir atrás de um garoto sem ter uma rede social envolvida (Tinder). Ela acabou abrindo a boca para o rapaz e ele me chamou no WhatsApp, tudo indicava que ele era um cara legal. Mas no fundo no fundo mais uma vez eu me enganei. Ele é igual a maioria dos caras, que só pensa em sexo e depois que almeja seu objetivo muda da água para o vinho. A última frase dita por mim me dirigindo a ele foi: “O cocô da minha cachorra vale mais que você!” Fiquem à vontade para me julgar, mas falei o que meu coração desejou no momento.
  • Female empowerment – Realmente sinto que estou no emprego certo. No dia da mulher, fui convidada para falar da minha trajetória profissional e dos desafios que enfrentei por ser minoria em minha área. O momento foi extraordinário e tive a sensação de que posso me engajar mais na causa, incentivando as meninas a atuarem na área de TI.
  • Tragedies – Particularmente estou bem assustada com 2019. A quantidade de tragédias que tem ocorrido, não só longe do meu cotidiano, mas também muito perto. Esse foi um dos motivos no qual me ausentei do blog. Em janeiro, meu tio sofreu um acidente de moto e ficou dez dias em coma. Ficamos desesperados e pensamos que íamos perdê-lo. Mas através de nossas orações e ótimo atendimento dos hospitais, ele está se recuperando. Em apenas três meses o Brasil tem sido palco de tragédias com muitas mortes e isso me provoca um questionamento sobre o que isso tudo tem a nos ensinar. Como devemos melhorar como pessoas para que possamos ter a certeza de estamos no caminho certo? Infelizmente só nos questionamos a respeito quando sofremos um duro golpe ou quando afeta quem mais amamos. Fica a reflexão a todos nós.
  • My new dog – O nome dela é Lulu. Nada criativo, principalmente por se tratar da raça Lulu da Pomerânia. Resolvi ter um cachorro em Janeiro. Cheguei a conclusão que namoros, tentativas fracassadas de ter algo com alguém só estava me levando ao tédio. Queria mais emoção, queria correr na rua acompanhada de um ser feliz e auto astral, queria ter meus chinelos escondidos pela casa, toalhas sequestradas e mordidinhas nas mãos. E foi exatamente isso que a Lulu me trouxe: alegria e amor que só os cachorros podem dar. Estou bem feliz com ela e se depender de mim, nos próximos dez anos me recusarei a conhecer novos caras, pois me encontro “dedicada à maternidade”.

Ps. 1: Esqueci de contar que em Janeiro ocorreu minha formatura e foi INESQUECÍVEL.

Ps. 2: Pretendo retornar minha assiduidade nos textos e falar sobre os livros que li durante esses meses: “O Fardo” – Agatha Christie, “A Guerra que Salvou Minha Vida” – Kimberly Brubaker Bradley e “Marley e Eu” – John Grogan.

Por enquanto é isso! Kisses!

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Meu 2018 em uma playlist


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Meus caros leitores, eis o momento! Finalmente 2018 está dando seu adeus! ACABOOU … É TETRA!!!! 

Se eu pudesse definir 2018 em uma frase, diria que este foi um ano que me levou a todos os extremos: da alegria infinita à extrema dor e angústia, com direito a uma tentativa fracassada de suicídio.

Mas o desfecho não poderia ser melhor, pois meu maior objetivo foi alcançado: estar formada e livre de qualquer tipo de frustração relacionada ao meu autoestima. Sim, eu venci 2018.

Durante TODOS os momentos estive acompanhada de um aplicativo / plataforma – como queira chamar – popularmente conhecido como Spotify. Este que, por sua inteligência artificial foi capaz de criar uma playlist com as músicas que mais ouvi neste ano e fiquei muito interessada em compartilhar esta com vocês. Seguem os nomes (a lista está ordenada por mais ouvido):

  1. Sonífera Ilha/ Ska – Os Paralamas do Sucesso e Titãs
  2. Pessoal Particular – Seu Jorge
  3. Quando o Mel é Bom – Simone e Simaria
  4. Indecente – Anitta
  5. Quebra-Mar – Charlie Brown Jr.
  6. Crocodile Rock – Elton John
  7. Como faz com ela – Marília Mendonça
  8. Mamma Mia – Meryl Streep
  9. As Curvas da Estrada de Santos – Roberto Carlos
  10. Quero que Tu vá – Ananda
  11. Borracho y Loco – Vera Loca
  12. Diversão – Os Paralamas do Sucesso e Titãs
  13. Em Plena Lua de Mel – Pedra Letícia e Reginaldo Rossi
  14. Ginga – IZA
  15. Tão Seu – Skank
  16. Primeiros Erros – Capital Inicial
  17. Borro Cassette – Maluma
  18. Apelido Carinhoso – Gusttavo Lima
  19. Volta Ao Começo – Fábio Júnior
  20. Ciúme – Ultraje a Rigor
  21. Corazon Partio – Alejandro Sanz
  22. Regime Fechado – Simone e Simaria
  23. Go Back – Os Paralamas do Sucesso e Titãs
  24. Pa Dentro – Juanes
  25. Não me deixe sozinho – Nego do Borel
  26. Deixe Ele Sofrer – Anitta
  27. Não Olhe Pra Trás – Capital Inicial, Lenine
  28. Flerte Fatal – Ira
  29. Papum – MC Kevinho
  30. Rocket Man – Elton John
  31. A Doida – Seu Jorge
  32. Din Din Din – Ludmilla
  33. Échame La Culpa – Luís Fonsi e Demi Lovato
  34. Cake By The Ocean – DNCE
  35. À Vontade – Ivete Sangalo e Wesley Safadão
  36. Gimme! Gimme! Gimme! – Mamma Mia Cast
  37. Machika – Anitta, J Balvin, Jeon
  38. Senta Aqui – Fábio Júnior
  39. Ta Tum Tum – Simone e Simaria, Mc Kevinho
  40. Shake It Off – Taylor Swift
  41. Chega no Swingue – Seu Jorge
  42. El Préstamo – Maluma
  43. Caminhoneta Zera – Pedra Letícia
  44. La Camisa Negra – Juanes
  45. Folgado – Marília Mendonça
  46. Em Plena Lua de Mel – Frank Aguiar, Reginaldo Rossi
  47. Jackie Tequila – Skank
  48. Sad Songs – Elton John e Bryan Adams
  49. Meu Violão e o Nosso Cachorro – Simone e Simaria
  50. Eu me Rendo – Fábio Júnior
  51. Os Cegos do Castelo – Titãs
  52. Rabiola – MC Kevinho
  53. Depois de Nós – Engenheiros do Hawaii
  54. Besos En Guerra – Morat, Juanes
  55. Dancing Queen – Mamma Mia Cast
  56. Que Tiro Foi Esse – Jojo Todynho
  57. A Volta – Roberto Carlos
  58. Pesadão – IZA
  59. Carolina – Seu Jorge
  60. One For The Radio – McFly
  61. O que é que há – Fábio Júnior
  62. Olhos Vermelhos – Capital Inicial
  63. Eu Vacilei Mas Eu Te Amo – Nego do Borel
  64. Vai Malandra – Anitta
  65. Carazón Partio – Alejandro Sanz e Ivete Sangalo
  66. Bailando – Enrique Iglesias
  67. Vícios e Virtudes – Charlie Brown Jr.
  68. Enquanto Houver Sol – Titãs
  69. Resposta – Titãs
  70. Proud Mary – Tina Turner
  71. Só Você – Fábio Júnior
  72. Oye Mujer – Juanes
  73. This Love – Sambô
  74. Don’t Go Breaking My Heart – Elton John e Kiki Dee
  75. Você não vai escapar – Alexandre Pires
  76. Disney Drugs – Titãs
  77. Best Song Ever – One Direction
  78. Chega Prá Cá – Tiago Iorc
  79. Paga de Solteiro Feliz – Simone e Simaria
  80. Muito Estranho – Fábio Júnior
  81. Olha a Explosão – MC Kevinho
  82. Downtown – Anitta e J Balvin
  83. Eu te Amo, Te amo, Te amo – Roberto Carlos
  84. Zoio de Lula – Charlie Brown Jr.
  85. Toda a menina baiana – Ivete, Gil e Caetano
  86. À Sua Maneira – Capital Inicial
  87. O Papa é pop – Engenheiros do Hawaii
  88. Quero Ser Feliz Também – Natiruts
  89. One Way or Another – One Direction
  90. Eu não toco Raul – Pedra Letícia


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Bohemian Rhapsody (Filme) e minha falta de conhecimento sobre Queen


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ATENÇÃO!!! Este texto contém spoiler!

Há duas semanas tive o privilégio de assistir a Bohemian Rhapsody – uma cinebiografia da vida dos integrantes do Queen – como foco na vida do vocalista Freddie Mercury. O que mais me chamou atenção foi, que após assistir ao filme e ver alguns vídeos sobre, descobri o quão desinformada sou sobre a vida desses artistas e principalmente me senti uma verdadeira POSER do mundo do rock.

Por mais que os críticos digam que há um sério problema cronológico em relação a ocorrência dos fatos, o filme conseguiu provocar reflexão e passar uma boa mensagem em relação a todos os integrantes da banda. Com exceção de Paul Prender que foi pintado como um verdadeiro cretino-falsiane-do-caramba – e sim, ele não é membro da banda.

Em relação ao longa, chorei muito, cantei muito e pude observar uma característica muito interessante vinda de Freddie Mercury: ele amava pessoas. Não importava se era homem ou mulher, simplesmente ele amava quem tinha que amar naquele momento. Ele era muito maior que qualquer definição sobre sua sexualidade. E isso fez com que eu o admirasse ainda mais.

Ele era uma pessoa corajosa, não tinha medo de inovar e pensar em algo novo. Ele desafiou produtores musicais e provou que era capaz de ir até o fim com o que ele acreditava que daria certo e de fato deu muito certo. Esse é o tipo de lição que todos nós, sonhadores, deveríamos nos inspirar.

Outro ponto bem importante foi a relação duradoura entre Freddie e Mary Austin. Aquele amor confuso, porém intenso deve ter sido surpresa para muitos desinformados sobre a vida do cantor – assim como eu. Houve momentos em que ele não soube lidar com a situação da separação, pois mesmo não sentindo mais atração física pela jovem, ele queria estar próximo a ela. Porém ela não podia parar sua vida em razão de Freddie, precisava seguir em frente. É admirador saber que Mary foi sua amiga até o leito de morte. Esse ato torna-se uma admirável lição para nós, pessoinhas que não sabem lidar com seus antigos parceiros.

Após assistir o longa, como havia comentado, pesquisei alguns vídeos que falavam sobre o mesmo e talvez lhe ajude a tirar algumas conclusões. (Mas só recomendo que assistam após ver o filme).

E meta para o futuro: ler a biografia!

Seguem os links:

AS MENTIRAS DE BOHEMIAN RHAPSODY | CRÍTICA – Vale a Pena Assistir? – https://www.youtube.com/watch?v=TURoqp8UbhI&t=148s

FREDDIE MERCURY e os MISTÉRIOS por trás da LENDA – Desenterrando  – https://www.youtube.com/watch?v=s4bMnOiV2Fw

10 CURIOSIDADES SOBRE BOHEMIAN RHAPSODY, O FILME DO QUEEN! – https://www.youtube.com/watch?v=8r1vcemx6uU

Por hoje é só meus queridos!

 

 

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Minhas impressões a respeito de “A Fila Anda!” de Lisa Steadman


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Boa tarde caros leitores! Como acabei de formar, novamente embarquei em minhas aventuras literárias colocando como objetivo terminar as obdownload (1)ras inacabadas e iniciar novas. O término de leitura desta vez foi “A Fila Anda!” de Lisa Steadman.

Neste texto, irei contar a vocês como encontrei esta obra, o que achei da mesma e se recomendo ou não.

Como cheguei até ela? Feira do livro de Porto Alegre, primeira banca e promoção. Todas essas características me levaram a compra desta obra. Era a primeira banca que estava passando, o valor estava bem acessível e um vago pensamento surgiu: “Eu estou lidando bem com esse término, mas posso lidar de forma mais esplendorosa ainda”.

Do que se trata a obra? Lisa Steadman é uma espécie de coaching de relacionamentos, ou seja, ela dá palestras, faz vídeos e aconselha pessoas nesse lance sentimental. No livro ela dá dicas para que você entenda o que deu de errado no seu relacionamento anterior, que aprenda a escolher pessoas certas no futuro e que curta a fase solteira da sua vida. Ao longo dos capítulos ela tenta oferecer ao leitor uma espécie de “tratamento”, onde você vai revisando certos pontos e atitudes que teve e que deve mudar daqui para frente.

O que eu achei da obra? Há uns meses eu pensaria que ler livros desse tipo seria uma espécie de “fundo do poço existencial”, porém estou numa fase de que não dou a mínima para rótulos e faço o que realmente tenho vontade, então a leitura se tornou útil em certos pontos.

Não sei se alguns termos da tradução foram o que tornou, no meu ponto de vista, a leitura boba. Alguns exemplos são os termos “Uhuu”, “Sr. Certo”, “Sr. Próximo” e “Sr. Errado”, aquela repetição foi se tornando cansativa. Outra questão que me incomodou muito por sinal, foi o fato dela propor que as mulheres mudem sua atitude – propondo um modelo singular de mulher – indicando que se não agirem dessa maneira não conseguirão conhecer nenhum rapaz. Em apenas um momento do texto ela se refere que você deve ser autêntica, mas nos demais capítulos ela força uma atitude nas quais não se reflete na maioria das mulheres.

O ponto positivo do texto foi um capítulo onde ela identifica os tipos de namoradas existentes, como por exemplo: “a heroína”, “a princesa”, “a criança amarga”, “a cuidadora” e por fim “a dama em perigo”. De fato, me identifiquei com o perfil de cuidadora, afinal de contas, só me relacionei com pessoas que viviam enterradas em seus problemas e achavam que eu seria capaz de salvá-las.

Se eu recomendo a obra? Se você está disposto a ampliar seus horizontes sobre o assunto e não levar tudo o que é dito a sério, recomendo. Mas se você é do tipo de pessoa que se influencia demais com qualquer obra que lê não o recomendo.

REFERÊNCIAS:

STEADMAN, Lisa. A fila anda! Mulheres poderosas não choram: como descobrir o que deu errado no seu relacionamento e o que fazer para encontrar a sua felicidade / Lisa Steadman ; tradução Bete

Sem categoria, vida

Esta fórmula não funciona


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R && (A || P || M || G) == false

Entendedores entenderão.

Na maioria das situações adversas que ocorrem em nossas vidas, encontramos meios que nos levam ao crescimento e nos tornam pessoas melhores. Por mais que o caminho até chegar a conclusão de que isso o enriqueceu como pessoa seja doloroso e em algumas ocasiões longo, SEMPRE haverá formas de encarar isso como uma lição de vida.

Nesta semana não foi diferente. Por isso resolvi de fato esquecer de tudo isso (ENTERRAR). Mas “específicamente o quê? “, você deve estar se perguntando.

Resolvi parar de vez com essa tentativa desenfreada de entrar em uma relação amorosa. Os motivos nos quais tomei esta decisão foram diversos, nos quais eu poderia citar detalhadamente. Mas como é muito tarde e senti uma enorme vontade de postar esse texto, vou tentar ser o mais sucinta possível. Lá vai os motivos:

  • Os caras de aplicativos só pensam em sexo – me apresente um que seja diferente que lhe pago um almoço. Mas a maioria dos rapazes sai com você e tenta antecipar ao máximo esse momento. Depois que acontece, ele sente-se na liberdade de procurar outras pessoas. Não que isso tenha ocorrido comigo, mas pelas conversas você percebe a real intenção da pessoa.
  • Caras desempregados – eu entendo que o país está em uma situação difícil e que isso atrapalha muito na procura por emprego. Mas é extremamente complicado manter uma relação com alguém que não vive a mesma realidade que a sua, ou seja, correr o dia todo no trabalho e à noite ter que ir para a faculdade. A falta de tempo de um em contrapartida com a desocupação do outro leva para discussões básicas e fatais para uma relação, como: “você não tem tempo para mim”, “só eu que te procuro”, “estou me doando e você não”.
  • Caras com filho e “#inTreta” com a ex – vivem falando mal da mãe dos seus filhos, dizem que elas são vadias, mal-caráter e todos os outros xingamentos possíveis. Ficam mandando fotos do bebê e lhe questionando se gostaria de ser mãe um dia, deixando bem claro que o que ele procura é alguém para ser mãe do filho dele. Quando uma pessoa como eu não está nessa vibe de ter filho tudo isso se torna muito maçante.
  • Fumantes que se acham por serem mais velhos – Simplesmente porque a pessoa tem 7 anos a mais que você se acha um grande sábio-filósofo-entendedor-das-mazelas-do-mundo e você é uma pequena larva saindo do casulo. Ou seja, já temos aí um principio de relacionamento abusivo onde você nunca terá razão por ser considerada “imatura”. E o mais importante, odeio o cheiro de cigarro impregnado na sua roupa, babaca!
  • Caras que não respeitam seus gostos musicais – Desconsideram o fato de você ter um gosto diferenciado para música (não quero dizer que o meu seja melhor), só penso que quando você está com alguém não custa nada acompanhar a pessoa em um show ou concerto, mesmo não gostando. Essa troca deve ser recíproca.
  • Não gostar de gatos – A pessoa acha que está agradando quando fala que encurralou o gato da vizinha para que seus cachorros estraçalhacem. Isso só prova o quão monstruoso você é o quão indigno será de ter minha presença em sua vida.
  • Não entender seu estilo de vida nerd – Quando eu digo: “vou estudar o final de semana inteiro” não é uma escolha minha. As circunstâncias de um TCC assombroso e uma cadeira optativa fizeram meu destino fosse esse. Se você acha que animo com isso? É óbvio que não. Mas confesso que não vou em festas frequentemente e que no momento não me faz falta alguma. Eu não vou forçar uma personalidade a qual não tenho para tentar agradar alguém. Goste de mim assim, senão, Dudu Camargo me espera no futuro (ele tem personalidade velha como eu).
  • Não querer uma relação séria – Vocês devem estar pensando que sou uma menina que no primeiro encontro já espera sair com um casamento de baixo do braço. É óbvio que você precisa conhecer a pessoa com calma para tomar uma decisão mais séria como namorar e bem depois, BEM DEPOIS mesmo, se casar. Mas esse troca-troca de conhecer uma pessoa, não dar certo, tentar de novo e de novo, eu não aguento mais. Uma das razões é que você percebe que são pessoas que não estão dispostas a ter algo sério, pois não é do perfil delas querer lidar com esse tipo de relação no momento e o segundo motivo é que simplesmente cansei de começar do zero, de ter que encontrar o rapaz, fazer aquelas perguntas triviais como: “qual teu hobbie?”, “o que gosta de fazer?”, “sou desenvolvedora Java”, “eu crio sistemas”, ter que se apresentar, dizer o que gosta e o que não gosta, como se fosse um enigma simples que com poucas palavras pode ser decifrado . É cansativo e a cada encontro que passa você percebe que a pessoa em nada lhe acrescentou, restando apenas o desejo de que aquele momento acabe para que você tenha a oportunidade de refletir o quão podre é o seu dedo no aspecto “escolher rapazes”.

Talvez você pense que sou uma pessoa muito exigente e metida. Mas humildemente só queria conhecer alguém legal, que eu realmente me apaixonasse e que eu me aquietasse. Sem precisar se apresentar, conhecer, stalkear Facebook e afins. Só queria parar. Mas como é difícil achar pessoas que sejam legais e ao mesmo tempo te despertem o interesse de ter algo sério com elas no futuro.

Trazendo um contraponto ao parágrafo anterior, penso que esse momento de quebrar a cara, se decepcionar, te torna uma pessoa mais forte. Inclusive faz com que sua ascensão intelectual ocorra de forma mais rápida. Percebo o quão esforçada estou quando não falo com nenhum rapaz em processo de “paquera”. A solidão te eleva tanto em caráter como em conhecimento e isso será seu diferencial para que no futuro encontre pessoas melhores. Não acredito em príncipe encantando e em dicas de livros sobre fim de relacionamento … (mas isso será assunto dos próximos capítulos).

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Não é “mimimi”, temos que falar sobre isso


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Talvez alguns leitores pensem que as minhas palavras são dadas em razão de eu ser uma pessoa de esquerda (mas não sou) e que eu sou “boba” ao dramatizar por coisas irrelevantes, mas na minha opinião isso é importante sim e deve ser tratado com todo respeito e relevância.

O episódio ocorrido na semana passada entre Sílvio Santos e Cláudia Leitte é um retrato do que acontece todos os dias com muitas mulheres. Inclusive, resolvi tomar coragem e falar do que passei há uns meses quando fui em uma consulta médica.

Fui até lá pedir mais receitas para o meu antidepressivo. Nisso, ele começou a indagar a razão pela qual eu tomava remédios. Tive que explicar com toda a calma todos os motivos que me levaram a tomar e com isso, veio à tona o assunto do término do namoro, tratando sobre como me senti insegura com minha aparência e minha autoestima. Do nada, ele começa a dizer que “acha um desperdício uma menina tão bonita quanto eu se depreciar dessa forma”, “ao me olhar sentia vontade de ir para a cama comigo”, “seria maravilhoso transar comigo” e “é uma pena mesmo eu me sentir assim”. Foram essas palavras ditas por ele.

Ele começou a olhar para mim de uma forma intimidadora que me causou medo. Comecei a ficar muito nervosa, mostrei meu incômodo com os comentários e consegui cortar o assunto para pedir logo a receita. Fui embora tremendo e chorando, pois nunca havia passado por uma situação desse tipo. A impressão que tive é que se ficasse mais um tempo lá ele partiria para as vias de fato.

Quem nunca passou por um episódio como esses não sabe como é desagradável e traumático pode ser. Você se sente um objeto, uma pessoa qualquer, como se não tivesse nenhum valor. Como se fosse um pedaço de carne ali exposto, como se não tivesse forças para lutar contra um mundo machista. Por isso, quando vi a cena de Sílvio falando aquelas palavras para a cantora, veio em minha mente tudo que passei naquele dia e pude entender o que ela sentiu no momento.

Eu era uma pessoa que parte da minha vida assisti ao Programa Sílvio Santos aos domingo e desde de o ano passado parei de assistir em razão dos comentários que ele faz tanto para as convidadas como para as meninas do auditório que são desrespeitosas, não são engraçadas e constrangem. Se você parar para assistir o programa dele durante trinta minutos você irá se anojar com a forma tarada com que ele fala das mulheres. Realmente se fica com nojo.

Esse episódio não é algo de hoje, isso acontece há muito tempo. Porém ela foi a primeira a comentar o quão incomodada se sentiu. Acredito que nós, mulheres, temos que nos abrir a isso sem medo, falar do que está errado e o que não gostamos, pois está mais que na hora de isso parar. Deixo essa reflexão não só para mulheres, mas também para homens, pois sei que muitos tem noção de que isso é errado e que são capazes de conscientizar os demais.

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Eu prometo!


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Olá meus caros leitores.

Não, esta publicação não tem nada a ver com política. Muito menos sobre as últimas notícias a respeito de atentados contra candidatos ou algo do tipo.

Eu estou falando da minha vida. Da forma como procurei acabar de uma vez por todas com essas manias e atitudes que só me destroem.

Vamos por partes: minha mãe me disse uma vez que, ao escrevermos algo que queremos em um papel, aquilo acaba tendo uma força maior fazendo com que de fato, aquilo ocorra (seja lá o que você pediu). Resumindo, no momento que você escreve algo no papel há 85% de chance daquilo dar certo.

Talvez muitos não saibam, mas eu estou no momento mais fundo do poço possível em minha vida (pensa em um fundo do poço fundo). E por mais que eu tenha tentado ignorar isso durante todo este lindo e ensolarado feriado, praticando esportes e assistindo a quarta temporada de “How to get away with murder”, chega um momento que em que você cai na real e percebe que está mais que na hora de fazer essa tentativa, de escrever tudo que você quer que ocorra num papel e seja como Deus quiser.

Um dos estopins da noite de hoje foi o carinha que estou saindo. Ele veio com uma grosseria via WhatsApp, me deixando com a única e possível resposta: “calma mano”. Porque depois de uma grosseria dessas só lhe resta friendzone e uma promessa escrita em papel que nunca mais o procurarei.

Sim, estou farta de ir toda a semana na casa espiritual e os médiuns me dizerem que o este é o homem certo para a minha vida. Como um grosseiro-crápula-estúpido vai ser a pessoa certa para mim, sendo que sou um ser que preza o respeito e amabilidade para com o próximo? Como eu serei obrigada a aturar este tipo de coisa sendo que detesto essa forma de tratamento, principalmente através das palavras que um tipo de comunicação na qual valorizo tanto?

Não há condições de achar isso normal e de querer aturar essa situação. Confesso que essa grosseria vinda do rapaz só fortaleceu a certeza de que não estou mais interessada nele.

Por hoje era isso!